Telemonitoramento do Tacchimed se mostra eficaz em casos leves de COVID-19

O telemonitoramento de pacientes com sintomas leves de coronavírus, cuja recomendação médica é o isolamento domiciliar por pelo menos duas semanas, é uma estratégia que tem provado ser eficaz durante a pandemia. Durante o serviço, os pacientes respondem uma série de questionamentos, permitindo aos profissionais de saúde a identificação de qualquer possível agravamento no quadro. Caso isso ocorra, é indicada a realização de consulta presencial.

Até o momento, o Tacchimed acompanhou mais de 3.350 pessoas que buscaram atendimento no Pronto Socorro do Hospital Tacchini ou entraram em contato direto com o canal de atendimento do plano de saúde apresentando sintomas respiratórios. Destes, 1.115 pacientes realizaram exame e confirmaram o diagnóstico positivo para coronavírus.

Do total de pessoas monitoradas por telefone, apenas 104 precisaram de internação hospitalar em algum período de enfrentamento da doença. O Tacchimed não registrou qualquer caso de óbito dentro de casa entre os monitorados, o que também serve como elemento de confirmação da eficácia do serviço de telemonitoramento.

Um dado preocupante mostra que novembro é o mês em que o Tacchimed passou a monitorar o maior número de casos ativos de forma simultânea, chegando a 135 pacientes. Nesta semana, estão sendo monitoradas em média 122 pessoas com diagnóstico confirmado de COVID-19.

Tratamento com medicamentos

O Tacchimed não prescreve qualquer tratamento específico para COVID-19 em casos leves, uma vez que não há um remédio comprovadamente eficaz contra a doença. Durante o período, foram receitados apenas medicações que combatessem sintomas específicos, como dores de cabeça, dores musculares, diarreias e náuseas.

“Apesar de não prescrever medicamentos, o Tacchimed respeita a autonomia do profissional de saúde que decide receitar medicamentos experimentais, oferecendo ao paciente o mesmo nível de acompanhamento”, descreve a dra. Ana Boscato, gerente técnica do Tacchimed.

Até o momento, não foi verificada nenhuma diferença na evolução da recuperação entre os que fizeram ou não fizeram uso dos remédios.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Hospital Tacchini