Um dos principais programas de recuperação de estradas do Governo do Estado avança para as últimas etapas. Executado pela Secretaria dos Transportes, através do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), o Contrato de Restauração e Manutenção de rodovias da região da Serra (Crema Serra) está com 75 por cento das obras concluídas.
Do total de 195,66 quilômetros pavimentados que compõem o Crema Serra, foram restaurados, até agora, 147,66 quilômetros. Além da renovação do asfalto, a empresa contratada pelo Daer está realizando melhorias nos dispositivos de drenagem e na sinalização de trânsito.
Na última semana, o Departamento concluiu a restauração asfáltica de 42,24 quilômetros da ERS-122, no trecho de Antônio Prado a Campestre da Serra. Os serviços – que envolvem a remoção e a substituição das camadas defeituosas do pavimento – iniciaram em setembro de 2015. Agora, as equipes se concentram na sinalização horizontal, com a pintura da pista e colocação de tachões, e na sinalização vertical, que consiste na instalação de placas de trânsito. A previsão de é que as obras na rodovia sejam finalizadas em novembro deste ano.
A BR-470, que teve o Crema iniciado no começo de junho, também está em processo de restauro. No momento, foram realizadas intervenções em nove dos 57,18 quilômetros entre Nova Prata e São Valentim do Sul. Os serviços incluem drenagem, remendos profundos e recapeamento. As equipes que estavam atuando na recuperação da ERS-122 reforçarão os trabalhos, acelerando a obra, que tem previsão de conclusão para julho de 2017.
A RSC-453 foi a primeira rodovia a ter as obras finalizadas, em dezembro de 2015. O restauro ocorreu no trecho de 53 quilômetros do entroncamento com a BR-116, em Caxias do Sul, até o entroncamento com a ERS-476, em São Francisco de Paula. No final de maio deste ano, a recuperação asfáltica foi finalizada nos 43 quilômetros da ERS-324 entre Nova Prata e o entroncamento com a ERS-129. No momento, a rodovia recebe serviços de sinalização, que devem ser encerrados também em novembro.
O Crema Serra tem investimentos do Proinveste, em contrapartida a um financiamento do Banco Mundial. Em 2015, o Daer investiu R$ 50,3 milhões no programa. A meta é encerrar 2016 com mais R$ 80 milhões aplicados.
Fonte: Daer
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