Em 2024, o Hospital Tacchini registrou a doação de 58 órgãos. O maior número de captações realizadas pela Comissão Intra-Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) da instituição foi de córneas. Ao todo, foram 51.
O procedimento é fundamental, uma vez que muitas condições oculares que levam à cegueira podem ser revertidas por meio do transplante de córneas, restaurando a visão e melhorando significativamente a qualidade de vida do paciente. Além desses, também foram doados 2 rins, 1 pulmão, 3 fígados e 2 pâncreas.
Todos os 58 órgãos foram doados a pacientes compatíveis cadastrados por ordem de prioridade na Central de Transplantes do Estado.
As etapas da doação
O primeiro passo para viabilizar qualquer doação é a confirmação de morte encefálica do paciente. Ela é realizada por meio de dois exames clínicos e um exame de imagem, efetuado em intervalos de tempo diferentes. Após isso, é preciso buscar a aprovação da família para o procedimento.
“O fim de uma vida pode representar o início de novas jornadas para outras pessoas. Reconhecer nesse gesto a chance de ampliar o legado de carinho e generosidade deixado por um ente querido pode oferecer algum alívio para a família nesse momento tão difícil”, descreve a enfermeira responsável pelo CIHDOTT do Hospital Tacchini, Ana Turmina.
A permissão dos familiares dá início a uma corrida contra o tempo para encontrar doadores compatíveis a partir da Central de Transplantes do Estado. A partir dessas definições é que inicia a mobilização dos profissionais de saúde que vão realizar a captação.
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