A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,66% para 5,62%. A estimativa de recuo do PIB – Produto Interno Bruto, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central, com projeção para os principais indicadores econômicos.
Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 11 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.
As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central mantiveram a projeção para o IPCA -Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – em 1,63%, neste ano. Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%, há 11 semanas consecutivas.
A projeção para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 2% ao ano. Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano.
Fonte: EBC
Foto: BlogRico
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