Vacinação contra a gripe inicia neste mês na rede privada

AVACINAGRIPE

Quem não quiser correr o risco de ficar desprotegido contra o vírus H1N1, causador da gripe A, já pode garantir sua imunização em clínicas especializadas como a Vaccinare, de Bento Gonçalves. A empresa está organizando uma lista de espera para os interessados – as primeiras doses devem estar disponíveis para aplicação ainda no decorrer das duas últimas semanas do mês de março. Para este ano, a clínica reforçou o abastecimento de seu estoque de vacinas contra a gripe A (H1N1) – além de antecipar a chegada das unidades. “Assim, quem for rápido tem a segurança de garantir a imunização para toda a família”, recomenda Diego Sopelsa, proprietário da clínica.

Uma das vantagens de quem opta pela rede privada é não aguardar o cronograma de grupos prioritários definidos pelo governo, na campanha de saúde pública. Com isso, pode receber a vacina antecipadamente, protegendo-se antes mesmo que a doença comece a se propagar. “O fato da antecipação é importante porque as quantidades de doses são limitadas pelos laboratórios. Em 2016, tivemos falta do produto por esse motivo. Por isso, a decisão mais inteligente para quem quer se proteger é procurar a vacina o quanto antes”, avalia

A Vaccinare fica na Rua 13 de Maio, nº 581, sala 113, em Bento Gonçalves. Mais informações pelos telefones (54) 3451.6100, 3454.7172 e 3451.6669.

Ameaça à saúde

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que a influenza acomete 5 a 10% dos adultos e 20 a 30% das crianças, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos, no mundo. Dados do Governo Federal mostram que entre os óbitos por influenza a media da idade foi de 53 anos, variando de 0 a 99 anos.

A taxa de mortalidade por influenza no Brasil teve um aumento de oito vezes em comparação ao ano de 2015. No Estado, a região com o maior número de óbitos por influenza foi a Metropolitana (58,2%), seguida da região Norte (13%) e Serra (11,5%). O município com o maior número de óbitos é Porto Alegre (16,4%), seguida de Caxias do Sul e Montenegro (4%). No entanto, outros 91 municípios do estado tiveram ao menos um óbito por influenza.

Fonte: Exata Comunicação