Bento Gonçalves é a terceira cidade do estado em número de colisões contra postes de energia elétrica segundo estudo da RGE

De acordo com um levantamento realizado pela RGE, que atende 2,9 milhões de consumidores no Rio Grande do Sul, Caxias do Sul, Gravataí e Bento Gonçalves lideram o ranking de colisões de veículos contra postes de energia elétrica da companhia em 2019.

No mês da campanha de segurança no trânsito Maio Amarelo, levantamento da RGE mostra que ocorreram 5.988 colisões de veículos contra postes de energia elétrica nas 381 cidades da área de concessão. O número representa aumento de 15,4% em relação a 2018, quando foram registradas 5.118 colisões. Uma estatística alarmante visto que na maioria das vezes esse tipo de acidentes resulta em graves lesões e mortes, além de ser um fator preocupante nas interrupções de energia elétrica, principalmente, nos grandes centros urbanos.

“Os acidentes contra postes constituem umas das principais causas de ocorrências na rede elétrica do grupo. Trabalhamos com ações de prevenção no trânsito, levando a nossa mensagem de segurança também aos nossos clientes”, afirma o gerente de Saúde e Segurança do Trabalho da CPFL Energia, Marcos Vitor Lopes.

Caxias do Sul lidera o ranking de acidentes de trânsito contra postes de energia elétrica, totalizando 394 ocorrências em 2019, um aumento de 39,2% frente a 2018. Em segundo lugar vem Gravataí, com 195 casos, um aumento de 3,7% em relação ao ano anterior, e, na sequência, Bento Gonçalves, com 178 ocorrências, registrando alta de 11,9% nos acidentes (para mais detalhes, confira a tabela abaixo).

No acumulado de 2020 (de 1º de janeiro até 10 de maio), os municípios com cobertura da distribuidora somaram 1.981 registros de acidentes de trânsito envolvendo postes.

Essas colisões, na maioria das vezes, resultam em interrupção no fornecimento de energia elétrica. Cada uma delas gerando tempo de serviço da companhia para substituição do poste, reconstrução da rede e restabelecimento da energia. Dependendo da gravidade do acidente, as equipes de campo precisam também aguardar a perícia policial para poder, então, iniciar o trabalho de manutenção.

Fonte: CPFL Energia/RGE